Categorias
Blog

Dicas para evitar a perda de capacidades cognitivas nos Seniores

Blog

Dicas para evitar a perda de capacidades cognitivas nos Seniores

Um dos grandes receios de muitas pessoas relativamente ao envelhecimento é de perder faculdades mentais.

seniores e as perdas cognitivas

Apesar de existirem algumas doenças e condições neurológicas sobre as quais não dispomos de qualquer controlo, existem algumas que são evitáveis através de alterações de estilos de vida e comportamentos. A boa notícia é que estas mudanças podem ser implementadas independentemente da idade da pessoa em questão. Os investigadores identificaram um conjunto de características que parecem poder ajudar a manter a acuidade mental de uma pessoa na sua senioridade.

Aprender e realizar exercícios mentais: Apesar de existir algum debate se o facto de resolver puzzles e outros desafios mentais possui algum impacto para evitar o declínio cognitivo, existe uma forte evidência que a aprendizagem a longo-prazo mantém o dinamismo do cérebro. A pesquisa demonstrou que o processo de aprendizagem mantém o cérebro mais rápido do que quando o conhecimento adquirido é mantido. Por outras palavras, o processo de aprendizagem é um processo de memorização. Por este motivo, aprender algo novo, tal como uma receita, e esquecer a mesmo a seguir não possui nenhum impacto significativo. Contudo, aprender a tocar um instrumento ou a fazer um arranjo no carro, e talvez até ensinar outros a fazê-lo, requer memorização e fortalece os circuitos do cérebro.

Possuir mais tempo de educação: Os indivíduos que possuem mais anos de educação formal correm um risco diminuído de declínio cognitivo que aqueles com menos anos de aprendizagem. A educação formal estimula processos lógicos no cérebro e cria conexões neste circuito. Este processo pode ajudar a compensar as mudanças ocorridas no cérebro com a idade. Adicionalmente, quem possui uma mais longa educação formal tende a adotar estilos de vida em geral mais saudáveis para o cérebro. Para os seniores que nunca tiveram a oportunidade de continuar os seus estudos, a aposentação pode ser a oportunidade para o fazer. Várias instituições de ensino e universidades seniores disponibilizam cursos com custos reduzidos ou grátis para seniores.

Partilhar

Share on facebook
Categorias
Blog

Quais as diferenças entre ser e não ser uma empresa legalizada?

Blog

Apoio ao Domicílio - Comfort Keepers


Somos uma empresa de Apoio ao Domicílio, com licenciamentos da Segurança Social e certificada cuidados a idosos.

 Acima de tudo, cada serviço é um serviço diferente e os cuidados interativos são o coração da nossa empresa.

O modo como atuamos, permite-nos afirmar com toda a convicção, bem como, segurança. Que dispomos de condições necessárias, para que possamos prestar um serviço de apoio domiciliário de qualidade. Do mesmo modo, estamos disponíveis 365 dias por ano, 24 horas por dia.

A forma como a nossa equipa encara cada desafio. Bem como a sua total disponibilidade de apoio, independentemente da situação ou do horário do serviço a executar. Permite-nos considerar que dispomos de um serviço de profunda utilidade e de excelência.

COVID-19

Atualmente, em tempos de pandemia e mudanças de mercado, é usual aparecerem diversos tipos de empresas. Que nem sempre cumprem os requisitos legais de uma verdadeira empresa de apoio ao domicílio. Uma vez que não se encontrando licenciadas nem certificadas para os cuidados necessários.

Na Comfort Keepers, sabemos o quão assustador pode ser delegar os cuidados daqueles que mais amamos a terceiros . Nesse sentido cuidamos dos seus com carinho, espaços cuidados . Cumprimos  todas as normas de saúde e conforto a quem tanto necessita de apoio.

É um dever das gerações mais novas providenciar o carinho e cuidados que os mais velhos. Daí a importância de escolher uma empresa para cuidar dos seus familiares cumpridora das premissas fundamentais para o ser humano. 

Em suma, nunca é demais relembrar que um dia todos seremos idosos. Merecemos ser respeitados por aqueles que estão ao nosso redor, até ao fim das nossas vidas.

Conte com a Comfort Keepers. Uma empresa licenciada e certificada presente há largos anos no mercado português.  Prestamos todos o apoio ao domicílio aos seus familiares, de uma forma personalizada e humanizada.

Confie em quem de facto cuida e na Comfort Keepers cuidamos dos seus com amor, carinho e segurança.

 

Saiba mais e contacte-nos hoje 

Siga o nosso Facebook

Categorias
Blog

Pata Amiga – Cães auxiliam no Alzheimer

Blog

Pata Amiga – Cães auxiliam no Alzheimer

A terapia com animais tem-se mostrado muito útil em doentes com Alzheimer ou outros tipos de demência. Animais de estimação, os cães em particular, acalmam os doentes com demência e ajudam-nos a manterem-se ativos (os cães adoram passear). Ajudam também a manter estes doentes sociais, através das interações com transeuntes que não resistem a estes companheiros de caminhada.

Momentos de Diversão

Os cães oferecem momentos de diversão às pessoas que todos os dias têm que lidar com a demência. Foi, assim, demonstrado que pacientes com demência, melhoram o seu apetite após interagirem com os seus amigos de quatro patas.

A boa notícia é que pode estar a surgir um novo tipo de animais de estimação: animais que ajudam as pessoas com demências. Cães treinados com a finalidade de lembrar as pessoas da toma da medicação, ou refeições, ou orientar na volta para casa.  Ainda mais impressionante, é que estes cães podem fazer este tipo de atividades autonomamente,  sem necessidade de qualquer comando verbal.

Considerando o nível de inteligência e o comportamento de certos cães, esta ideia pode não ser assim tão utópica. De facto, atualmente existem 6 cães a nível mundial com capacidade para realizar este tipo de tarefas, em dois projetos, um em Israel e outro na Alemanha. Estes projetos pretendem crescer aumentando o número de cães treinados para o auxilio a pessoas idosas.

Desenvolver o treino de animais de assistência

Ao contrário da tradicional terapia com animais, onde essencialmente o animal oferece companhia ao doente, estes projetos pioneiros têm como objetivo desenvolver o treino de animais de assistência. Embora, estes vão auxiliar não apenas pacientes com demência, também vão auxiliar pacientes com Alzheimer, nas suas tarefas diárias, potenciando, assim, uma vida mais independente.

Este tipo de treino não é utilizável em todos os cães, sendo mesmo um dos treinos mais exigente aplicado nestes animais.  Uma vez que a sua tarefa principal será trazer o seu companheiro humano de volta a casa ( ou procurar ajuda se necessário), os cães de assistência na demência são escolhidos com base na sua capacidade de ajudar sem necessidade de comandos, e na capacidade de adaptar o que aprendem  novos ambientes e situações. Estes têm que ser fortes o suficientes para suportar mudanças de humor frequentes, algo que pode acontecer regularmente em doentes com demência.

Estudos Inovadores

Os estudos piloto inovadores com os nossos amigos caninos têm-se mostrado promissores, os pacientes com demência e as suas famílias têm obtido resultados muito positivos. Talvez um dia, num futuro próximo, estes companheiros cuidadosamente treinados, estarão disponíveis para nos auxiliar e nos proporcionar uma vida mais independe, autónoma e com mais qualidade.

A terapia com animais tem-se mostrado muito útil em doentes com Alzheimer ou outros tipos de demência. Animais de estimação, os cães em particular, acalmam os doentes com demência e ajudam-nos a manterem-se ativos (os cães adoram passear). Ajudam também a manter estes doentes sociais, através das interações com transeuntes que não resistem a estes companheiros de caminhada.

Os cães oferecem momentos de diversão às pessoas que todos os dias têm que lidar com a demência, foi demonstrado que pacientes com demência, melhoram o seu apetite após interagirem com os seus amigos de quatro patas.

Um novo tipo de animais de estimação

A boa notícia é que pode estar a surgir uma novo tipo de animais de estimação. Animais que ajudam as pessoas com demências, cães treinados para lembrar as pessoas da toma da medicação, ou refeições, ou orientar na volta para casa.  Ainda mais impressionante, é que estes cães podem fazer este tipo de atividades autonomamente,  sem necessidade de qualquer comando verbal. Será que isto é possível?

Considerando o nível de inteligência e o comportamento de certos cães, esta ideia pode não ser assim tão utópica. De facto, atualmente existem 6 cães a nível mundial com capacidade para realizar este tipo de tarefas, em dois projetos, um em Israel e outro na Alemanha. Estes projetos pretendem crescer aumentando o número de cães treinados para o auxílio a pessoas idosas.

Ao contrário da tradicional terapia com animais, onde essencialmente o animal oferece companhia ao doente, estes projetos pioneiros têm como objetivo desenvolver o treino de animais de assistência. Estes vão auxiliar pacientes com demência e Alzheimer nas suas tarefas diárias, potenciando assim uma vida mais independente.

Treinos exigentes

Este tipo de treino não é utilizável em todos os cães, sendo mesmo um dos treinos mais exigente aplicado nestes animais.  Uma vez que a sua tarefa principal será trazer o seu companheiro humano de volta a casa (ou procurar ajuda se necessário), os cães de assistência na demência são escolhidos com base na sua capacidade de ajudar sem necessidade de comandos, e na capacidade de adaptar o que aprendem  novos ambientes e situações. Estes têm que ser fortes o suficientes para suportar mudanças de humor frequentes, algo que pode acontecer regularmente em doentes com demência.

Estes estudos piloto inovadores com os nossos amigos caninos têm-se mostrado promissores, os pacientes com demência e as suas famílias têm obtido resultados muito positivos. Talvez um dia, num futuro próximo, estes companheiros cuidadosamente treinados, estarão disponíveis para nos auxiliar e nos proporcionar uma vida mais independe, autónoma e com mais qualidade.

Fique a par, siga-nos no Facebook e Instagram.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Categorias
Blog

A Doença de Alzheimer: 7 dicas para gerir os gastos

Blog

A Doença de Alzheimer: 7 dicas para gerir os gastos

A Doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de funções cognitivas.

Atualmente prevê-se que 1 em cada 3 idosos morra com Alzheimer ou algum outro tipo de demência. No entanto a doença de Alzheimer, que pode desenvolver-se em 2 anos ou em 2 décadas. É normalmente a protagonista e o centro de muitas discussões pelos encargos financeiros que acarreta.

Como pode ajudar um ente querido a lidar financeiramente com esta doença crónica, muitas vezes a longo prazo? Ficam 7 dicas que podem facilitar o processo.

  1. Evite a negação

Ao avançar a doença de Alzheimer torna-se numa jornada progressivamente mais difícil. Sendo a aceitação da doença o primeiro passo e fundamental para se lidar com ela.

A doença pode desenvolver-se em 2 anos ou em 20 anos, estando a média em 10 anos. É muito importante para a família saber dos recursos à sua disposição. Como funcionam e como usa-los, permanecer em negação é muito prejudicial.

  1. Chegue aos recursos locais

Tenha sempre conhecimento e abertura para os recursos da sua comunidade, grupos de ajuda, linhas diretas, empresas de cuidados profissionais, associações de Alzheimer. Estes contactos podem levar a melhores estratégias que irão certamente melhorar o cuidado.

Há muitas decisões, quer ao nível dos cuidados quer ao nível financeiro, a tomar num paciente com Alzheimer à medida que a doença vai evoluindo. Profissionais de saúde qualificados podem ajudar os pacientes e famílias nessas escolhas por vezes muito difíceis.

  1. Faça planos com antecedência 

Não espere para fazer um plano financeiro pormenorizado dos cuidados do seu familiar ou amigo. Pelo período de tempo que a doença demora a desenvolver é importante minimizar as despesas iniciais para limitar o custo financeiro total da doença.

Não espere até algo acontecer. Comece a pensar no futuro com antecedência. Inicialmente à que observar o que ainda é capaz de fazer o doente de Alzheimer. As tarefas que ainda realiza com dificuldade e o que ainda deveria conseguir fazer.

Planear as necessidades futuras nos estágios iniciais da doença. Pode ajudar a prevenir a escassez de recursos financeiros nas fases mais delicadas e exigentes.

  1. Verifique a existência de gostos imprevistos

Reveja atentamente os registos financeiros recentes dos cuidados do doente de Alzheimer. Essas revisões podem mostrar erros ou sinais de fraudes que podem ter passado despercebidos.

Campanhas fraudulentas de produtos podem aproveitar a situação de vulnerabilidade induzir em erros os cuidadores e dos doentes de Alzheimer. Induzindo-os em erros que podem sair muito caro.

Faça uma lista dos gastos. Organize os gastos normais. Esteja atento às receitas e despesas mensais, faças as contas do que tem de ser pago. Certifique-se que todos estes gastos são legítimos.

  1. Compare atentamente as opções de cuidados que tem a sua disposição

Pense estrategicamente de onde podem vir os cuidados. Pois as variadas opções vão ter necessariamente preços diferentes. O erro mais comum é não pensar no futuro. Se necessário fazer um plano B e C.

Mais uma vez use os contactos locais para fazer a gestão de qual o melhor cuidado a contratar.

  1. Envolva a Família

Sempre que possível toda a família deve participar nas decisões para a prestação de cuidados de um doente de Alzheimer.

  1. Esta preparado para a mudança nos planos de cuidados

Cuidar de um doente de Alzheimer é um tarefa extremamente difícil e desafiadora.

Certifique-se que os cuidadores fazem as pausas necessárias e esteja aberto a mudanças quando a família se sente sobrecarregada.

Tem de ser cauteloso para não passar por situações de burn out. Quando se é cuidador, está sempre em primeiro lugar. Se não for assim vai desgastar-se rapidamente.

Referências:

Lucy Lazaroy (2014) – MoneyRates.com

 

Saiba mais e contacte-nos hoje 

Siga as nossas redes sociais.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Categorias
Blog

Nutrição no Envelhecimento

Blog

Nutrição no Envelhecimento

A população mundial tem-se deparado com profundas alterações nas últimas décadas. O desenvolvimento social e padrões de vida, o progresso na prevenção das doenças infecciosas e as melhorias de condições de higiene e sanitárias deram origem a um aumento da esperança média de vida.

Este aumento refletiu-se na percentagem de pessoas com idades superior a 65 anos. Em 2025, espera-se que o número de indivíduos pertencentes a esta faixa etária atinja os 1,2 biliões, em todo o mundo. A Europa é a região que mais se destaca neste campo.

Em Portugal esta é uma realidade cada vez mais evidente com o passar dos anos, visto que a taxa de pessoas com idade superior a 65 anos aumentou 1% (para 17,4%) entre 2002 e 2007.

O processo de envelhecimento é um processo dinâmico e constante e uma consequência da acumulação de mudanças ao longo da nossa vida. Alguns especialistas defendem que começa no dia em que nascemos, mas é a partir dos 65 anos que se acentua mais.

Este processo leva à perda progressiva dos mecanismos de reserva do organismo em diferentes vertentes e que necessitam de ser reforçados para se conseguir ter uma vida sã e equilibrada.

A desnutrição é uma das maiores e devastadora problemática para esta faixa etária, normalmente tendo origem num desequilíbrio entre a ingestão alimentar e as necessidades individuais. A diminuição do apetite é algo muito comum e pode ser atribuída a diversos fatores:

  • Fatores Socioeconómicos (idade, sexo, institucionalização, tempo disponível, nível educacional, disponibilidade de deslocações, facilidade para a obtenção e confeção de alimentos, entre outros);
  • Fatores fisiológicos (apetite, paladar, olfato, saúde oral, prática de atividade física, entre outros);
  • Fatores patológicos (doenças agudas e crónicas, uso de fármacos, incapacidade, entre outros).

A depressão e o isolamento social levam muitas vezes à falta de vontade de comer e consequentemente a distúrbios alimentares e fraquezas.

Iremos abordar a importância da nutrição para o nosso bem estar.

Acompanhe-nos e saiba como pode melhorar o seu dia a dia com pequenos detalhes.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Categorias
Blog

Síndrome do pôr-do-sol

Blog

Síndrome do Pôr-do-Sol: O que é?

Síndrome do pôr-do-sol, é basicamente um grupo de sintomas, não uma doença em si, afeta indivíduos com demência, incluindo a doença de Alzheimer. Ocorre especificamente ao fim do dia, prolongado.se até à hora de deitar.

Muitas das vezes, os cuidadores acabam os seus dias ansiosos por um fim de dia e jantar relaxado. Mas o seu serão pode ser rapidamente alterado,pelo familiar ou amigo que têm ao seu cuidado. Tornando o seu programa de sonho num pesadelo.

De acordo com alguns idosos com demência o seu momento mais díficil é o fim de tarde no crepúsculo. Da mesma maneira, o final de tarde e início de noite é a altura onde os idosos podem apresentar agressividade, agitação, confusão e irritabilidade.

Esta mudança de comportamento é denominada por “Síndrome do Pôr-do-Sol”, pois os sintomas acontecem ao mesmo tempo que anoitece.

Em suma, este comportamento infelizmente acontece na altura em que os cuidadores estão cansados do dia, necessitando de relaxar. De facto, este é um dos episódios de alterações comportamentais mais difícil de lidar..

O que é o Síndrome do Pôr-do-Sol e quais a suas causas

Em primeiro lugar, o Síndrome do Pôr-do-Sol ocorre num tempo específico do dia no fim do dia até ao deitar.

Anteriormente referimos que os sintomas incluem: confusão, ansiedade, desorientação, gritos, inquietação, comportamentos agressivos e irritabilidade. Como resultado, pode existir um tratamento errado por parte do cuidador. De acordo com estudos 20 a 45% dos doentes de Alzheimer podem ter também sintomas deste síndrome.

Em segundo lugar, pouco se sabe acerca do que possa desencadear estas mudanças de comportamento. É provavel que as alterações ao nível do relógio biológico causadas pela demência possam uma causa.

Alguns exemplos de fatores que podem piorar estas alterações no idoso:

  • Estar cansado e muito estimulado;
  • Estar com fome ou sede;
  • Baixos níveis de luz;
  • Sombras;
  • Depressão;
  • Dor;
  • Tédio;
  • Necessidades não satisfeitas;
  • Atividade em casa, visitas ou falar alto.

Como reduzir a incidência ou tratar o Síndrome do Pôr-do-Sol

Sem dúvida, que é muito importante para os cuidadores determinar o que estará a causar os sintomas.Uma vez que todas as pessoas são diferentes.

Provavelmente poderão existir fatores específicos que desencadeiam estes comportamentos, alterando-os. Desta forma, poderá ser prevenido ou minimizada a ocorrência de sintomas de Síndrome do Pôr-do-Sol.

Minimizar a ocorrência de sintomas.

  1. Ouvir a suas preocupações, fale com o seu familiar ou amigo com vista a minimizar a sua agitação.
  2. Redirecione o seu comportamento.
  3. Assegure-se que o ambiente é calmo e sossegado, reduza o ruído, mude a pessoa ao seu cuidado para um quarto que seja calmo.
  4. Mantenha rotinas diárias bem definidas.
  5. Ofereça alimentos e bebidas antes dos comportamentos ocorrerem. Por exemplo, antes do Pôr-do-Sol.
  6. Incentive o uso do WC.
  7. Dê tarefas para reorientar a atenção, combatendo assim o tédio.
  8. Mantenha os níveis de iluminação. Desta forma irá reduzir as sombras e a escuridão.
  9. Coloque música suave.
  10. Mantenha luzes de presença noturnas em locais que possam ser escuros.
  11. Durante o dia, saia com o idoso para a luz do sol.
  12. Mantenha-o ativo fisicamente durante o dia.
  13. Não permita longas sestas diurnas. Como resultado, isto irá fazer com que à noite não esteja preparado para dormir.
  14. Não proponha atividades que sejam extenuantes, ou exagerem na estimulação.
  15. Reduza a cafeína.
  16. Analise a medicação para despiste de possíveis efeitos secundários.
  17. Analise com o medico da pessoas a seu cuidado, formas de redução dar dor ou outros processos que possam estar a aumentar o aparecimento dos comportamentos referentes a este síndrome.
  18. Pergunte ao seu médico se a melatonina poderá ajudar na manutenção das rotinas de sono.

Em síntese, o Síndrome do Pôr-do-Sol acentua-se mais nas fazes intermédias da doença de Alzheimer, diminuindo à medida que a doença evolui.

Síndrome do Pôr-do-Sol também atinge os cuidadores

Inevitavelmente o mais difícil no Síndrome do Pôr-do-Sol é o seu efeito nos cuidadores. Pode tornar-se extremamente difícil lidar com os comportamentos da pessoa de que se cuida. Principalmente, quando estão cansados. Após um longo dia de trabalho. Por conseguinte, maior parte da agressividade é direcionada para o cuidador. Como resultado, pode levar rapidamente a estados de burnout.

Nesse sentido, o cuidador deve ser sempre motivado a cuidar de si. Sobretudo quando têm a seu cargo um pessoa com demência, é importante que guarde sempre tempo para si. Primordialmente deve salvaguardar as suas necessidades pessoais, cuidar da própria saúde e obter descanso e apoio sempre que possível. Programe uma hora de descanso por dia, um dia da semana ou mais.

Entretanto, programe atividades com amigos, familiares ou outros para aliviar tempo para o cuidado pessoal. Acima de tudo é importante aceitar ajuda nas tarefas domésticas. É vital para os cuidadores manterem o seu bem estar, só deste modo conseguiram continuar a ser cuidadores.

Contacte com outros cuidadores

Além disso é importante a obtenção por parte dos cuidadores de apoio, e apoio de outros cuidadores que entendam a sua situação. Dessa forma, podem aprender com as experiencia de outros. Bem como recolher dicas e técnicas que podem ajudar a lidar com o idoso que estão a cuidar.

A ligação e contacto com outros cuidadores pode ser estabelecida de variadas maneiras. Pode vir de grupos locais, ou pela Internet através de redes sociais, chats, blogues, estes podem oferecer um riquíssimo leque de informação. O integrar de associações ou entidades, como associações de Alzheimer. É igualmente, importante como fonte de recursos e conhecimento.

Saiba com antecedência os efeitos da evolução de determinadas patologias da pessoa que cuida, isto pode prepara-lo melhor para o que está para vir.

Por fim, o modo mais eficaz de lidar com o síndrome do por do sol será aprender e retirar conclusões de cada experiência e contacto com os sintomas:

  • O que poderá ter causado isto?
  • Quais a diferenças deste dia para os anteriores?
  • Quais são os sinais físicos que teve?
  • O que funcionar para o acalmar?

Nesse sentido, se usar este tipo de conhecimento vai facilitar e permitir uma gestão mais eficaz na próxima ocorrência. Então, se for conseguida uma diminuição em cada experiência ou uma diminuição na frequência dos episódios, o trabalho de cuidador estará muito mais facilitado.

A Comfort Keepers Ajuda

Ora, a Comfort Keepers, poderá ser o auxílio necessário para cuidadores poderem descansar, ou adquirirem mecanismos de ajuda no cuidado. No entanto, se tem dúvidas ou necessita de apoio não hesite em contactar-nos.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Categorias
Blog

Demência: Quando um sénior perde a capacidade de orientação

Blog

Demência : Quando um sénior perde a capacidade de orientação

Demência é um termo para a incapacidade de se lembrar ou tomar decisões que interferem com as tarefas diárias.
O aumento do número de seniores significa também um maior número de diagnósticos de Demência. Principalmente Alzheimer, e consequentemente possibilidade destes perderem a sua capacidade de orientação espácio-temporal.


Apesar de estar num local familiar, alguém com Alzheimer pode não se recordar do seu nome ou morada e ficar desorientada. Portanto, quando alguém que sofre de demência se perde pode ser perigoso, no entanto, existem estratégias e soluções para o prevenir.

Porém é impossível acompanhar alguém constantemente e a ansiedade devido a este facto junto dos cuidadores torna-se avassaladora. Eventualmente,  pode surgir o medo de levar o sénior a locais públicos. Da mesma maneira que, viver longe do mesmo aumenta o stresse relacionado com esta situação.

Ainda assim, perder-se é algo comum entre as pessoas com demência e pode acontecer durante qualquer fase da doença.

 Sinais de alarme:

Em primeiro lugar deve estar atento ao todos estes fatores;

Regressar de um passeio mais tarde do que o habitual.

Querer ir para o trabalho ou para casa mesmo estando aposentado ou em casa.

Caminhar constantemente, mostrar ansiedade ou fazer movimentos repetitivos.

Dificuldade em identificar locais familiares como a casa de banho, o quarto ou outras divisões da habitação.

Perguntar por familiares ou amigos já falecidos.

Aparentar estar perdido num ambiente novo ou modificado.

Dicas para prevenir esta situação:

Providencie supervisão. Nunca tranque a pessoa em casa ou deixe a mesma sozinha no carro.

Evite locais movimentados que sejam confusos é provável que eles possam causar desorientação. Como por exemplo, centros comerciais, recintos desportivos e espetáculos ou outros locais com muitas pessoas.

Assegure-se que o sénior transporta sempre consigo uma identificação.

Manter um elemento de identificação na carteira não é suficiente. Uma vez que a pode deixar ou perder, quer inesperadamente, quer acidentalmente.  Então aconselhamos  joalharia com identificação, tais como uma bracelete ou um pendente.

Roupa de alta visibilidade. Vista o sénior com roupa que seja facilmente visível à distância. Principalmente se planeia estar num local com muitas pessoas.

Desenvolva atividades diárias. De tal forma, que preencha a rotina diária do sénior.

Anote os períodos do dia em que é provável que o sénior se perca. Planeie atividades para essas alturas.

Atividades, exercício físico e sono regular. Com toda a certeza, estes elementos podem ajudar a reduzir a ansiedade, a agitação e a inquietação.

Conforte a pessoa se esta se sentir perdida, abandonada ou desorientada. Se a pessoa quer ser levada para casa ou para o local de trabalho, não a corrija.

Assegure que este se encontra em segurança, que o está a acompanhar. Posteriormente siga com a atividade planeada .

Finamente, assegure que todas as suas necessidades básicas são satisfeitas. Bem como, deve  certificar-se se a pessoa necessita de utilizar a casa de banho,ou se está sede ou com fome. O facto de se perder pode estar relacionado com estes fatores.

Relógio com Georreferenciação

Em síntese, pode optar por um Produto Comfort Keepers, um relógio com georreferenciação e cartão SIM incorporado. Que permite uma prevenção das situações de Risco, fazendo o tracking e descobrindo a localização exata do sénior. Numa situação em que se pretende apenas uma prevenção. Sobretudo, numa fase inicial da doença, podem ocorrer momentos de desorientação. Nesse ínterim, a Comfort Keepers disponibiliza também um telemóvel com botão de alarme. Que poderá ser acionado pelo sénior solicitando ajuda ou apoio.

Definitivamente , qualquer uma destas opções, apesar de pertinentes em alturas diferentes da evolução da patologia. Poderão tranquilizar os familiares e aumentar a autonomia do sénior.

Saiba mais e contacte-nos hoje.

Categorias
Blog

Responder ao Envelhecimento

Blog

Responder ao Envelhecimento

O envelhecimento é um processo complexo, irreversível, progressivo e natural para o ser humano, que se inicia assim que este nasce. É um processo que se carateriza por alterações morfológicas, psicológicas, funcionais e bioquímicas que influenciam a nutrição e a alimentação das pessoas com mais 65 anos.

A velocidade de progressão deste processo é influenciada por fatores genéticos, ambientais e sociais.

O exercício físico e uma alimentação equilibrada são fundamentais para uma vida saudável em todas as etapas, sobretudo em pessoas a partir dos 40 anos. Estes são os verdadeiros segredos para retardar o mais possível o processo de envelhecimento.

Com o avançar da idade o organismo deixa de conseguir produzir os mecanismos de defesa necessários, sendo essencial ter um cuidado especial para complementar os nutrientes provenientes da alimentação. Os problemas na alimentação tanto podem estar relacionados com a desnutrição como, por oposição, ao excessivo consumo de calorias.

Uma alimentação adaptada à etapa atual é meio caminho andado para evitar problemas de excesso de peso ou falta de nutrientes, como vitaminas. A perda de mobilidade, o desacelerar do metabolismo e a apetência por alimentos mais calóricos como forma de ultrapassar problemas do foro psicológico, são os principais motivos do excesso de peso em pessoas com mais 65 anos. Já a incapacidade de equilibrar a falta de nutrientes, como o cálcio e a vitamina D que se devem à perda da densidade óssea, e que acabam por causar desnutrição, resultam de pouca acessibilidade aos alimentos certos, que funcionam como substitutos naturais, alterações ao nível da capacidade mastigatória e da função do estômago e da hidratação.

Uma boa alimentação pode evitar danos prejudiciais à saúde. Acompanhe-nos nas redes sociais para saber todas as dicas para uma alimentação saudável. Saiba mais e contacte-nos hoje.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Categorias
Blog

10 Sintomas da Doença de Alzheimer

Blog

10 Sintomas do Doença de Alzheimer

Doença de Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa caraterizada pela perda progressiva da função mental, incluindo a degeneração do tecido do cérebro e a perda das células nervosas. De acordo com relatório da OCDE, Portugal tem 19.9 pessoas com demência em cada mil habitantes, cerca de 200mil casos, o número de casos com demência vai ascender 61% até 2037.

Doença de Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa caraterizada pela perda progressiva da função mental, incluindo a degeneração do tecido do cérebro e a perda das células nervosas. De acordo com relatório da OCDE, Portugal tem 19.9 pessoas com demência em cada mil habitantes, cerca de 200mil casos, o número de casos com demência vai ascender 61% até 2037. Não existem ainda causas para esta patologia. Sobretudo ela acontece em pessoas com idade superior a 65 anos. Normalmente, o Alzheimer começa na zona do cérebro responsável pela memória, principalmente a memória mais recente. Uma vez que, um dos os primeiros sintomas a ser detectado é  o esquecimento. Às vezes, numa fase inicial podem surgir vários tipos de alterações de comportamento, tais como a apatia e o desinteresse. Se o doente não for devidamente estimulado é provável que vá ficar abstraído de tudo o que o rodeia. A detecção precoce não só permite a possibilidade de realizar ensaios clínicos. Bem como, proporcionar aos doentes e famílias o planeamento do que está par vir e encontrar o tratamento mais adequado. Em síntese, abaixo estão alguns dos sintomas iniciais mais comuns da doença de Alzheimer. Aos quais se deve tomar especial atenção. Caso estes sintomas sejam frequentes devem marcar imediatamente uma consulta médica.

Sintomas iniciais da doença de Alzheimer

Esquecer datas de eventos importantes, ou pedir regularmente a mesma informação; Problemas de gestão financeira; Desinteresse pelos passatempos ou hobbies favoritos; Problemas de conversação; Uso de palavras erradas em situações quotidianas; Distúrbios de sono; Alterações de humor e personalidade; Trocar o lugar das coisas; Incapacidade de realizar tarefas domésticas. A nossa equipa de profissionais está treinada para identificar todas as mudanças no comportamento do paciente e reportá-las à família. Com o intuito de ajudá-los a permanecer  no conforto dos seus lares. Os nossos cuidadores fornecem todos os serviços domésticos, desde lavandaria, limpeza, bem como a preparação de refeições e transporte. Saiba mais e contacte-nos hoje.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Categorias
Blog

Problemas de visão nos Séniores: Como enfrentar

Blog

Enfrentar problemas de visão

Mudanças de visão ocorrem à medida que envelhecemos, mas estas mudanças não têm necessariamente de afetar a forma como vivemos. Saber o que esperar e quando procurar um profissional pode ajudar proteger a nossa visão.

Ao atingir os 60 anos ou mais, precisamos estar cientes dos sinais de alerta para os problemas de saúde dos olhos relacionados à idade, em especial os que podem causar perda de visão. Muitas doenças oculares não apresentam sintomas precoces. Estas podem desenvolver-se sem dor, não se notando as mudanças na visão até que a doença já esteja bastante avançada. Bons de estilos de vida, exames oftalmológicos regulares e deteção precoce de doenças podem aumentar significativamente as hipóteses de manter uma boa saúde e visão ocular à medida que se envelhece.

Podemos não nos aperceber que os problemas de saúde que afetam outras partes do corpo também podem igualmente afetar a visão. Pessoas com diabetes ou hipertensão, ou doentes crónicos que tomam medicamentos com efeitos secundários relacionados com os olhos, correm maior risco de desenvolver problemas de visão.

Exames oftalmológicos regulares são ainda mais importantes à medida que se envelhece. Recomenda exames oftalmológicos anuais para todas as pessoas com mais de 60 anos. Consulte o seu oftalmologista ou optometrista sempre que notar alguma alteração na visão.

Problemas de visão relacionados com a idade

Após os 60 anos, podem surgir várias doenças oculares que levam alterações permanentes da visão. Quanto mais cedo estes problemas forem detetados e tratados, maior a probabilidade de você conseguir manter uma boa visão.

Algumas doenças que merecem especial atenção:

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença ocular que afeta a mácula (o centro da retina sensível à luz na parte posterior do olho) e causa perda da visão central. Embora pequena, a mácula é a parte da retina que nos permite ver detalhes e as cores. Atividades como ler, conduzir, ver TV e reconhecer rostos requerem boa visão central fornecida pela mácula. Enquanto a degeneração macular diminui a visão central, a visão periférica ou lateral permanece inalterada.

As cataratas são áreas nebulosas ou opacas na normalmente lente clara do olho. Dependendo do seu tamanho e localização, as cataratas podem interferir na visão normal. Geralmente, as cataratas desenvolvem-se em ambos os olhos, mas podem ter desenvolvimento assimétrico. As cataratas podem causar visão embaçada, diminuição da sensibilidade ao contraste, embotamento das cores e aumento da sensibilidade ao brilho.

A retinopatia diabética é uma doença que ocorre em pessoas com diabetes. É o resultado de danos progressivos aos minúsculos vasos sanguíneos que nutrem a retina. Esses vasos sanguíneos danificados vazam sangue e outros fluidos que causam inchaço do tecido retiniano e visão turva, normalmente afeta os dois olhos. Quanto mais tempo uma pessoa tem diabetes, maior o risco de desenvolver retinopatia diabética. Além disso, a instabilidade das medições de glicose de uma pessoa ao longo do tempo podem afetar o desenvolvimento e / ou a gravidade da doença. Na sua forma mais grave, a retinopatia diabética pode causar cegueira.

Olho seco é tipo de doença na qual uma pessoa produz lágrimas com pouca ou nenhuma qualidade. As lágrimas mantêm a saúde da superfície frontal do olho e proporcionam uma visão clara. O olho seco é um problema comum e muitas vezes crônico, particularmente em adultos mais velhos.

O glaucoma é um grupo de doenças oculares caracterizado por danos no nervo ótico, resultando em perda de visão. Pessoas com história familiar de glaucoma, afro-americanos e idosos têm maior risco de desenvolver a doença. O glaucoma é frequentemente indolor e pode não ter sintomas. Com o tempo, pode também afetar a visão periférica (lateral).

O descolamento de retina é uma rutura ou separação da retina do tecido subjacente. Ocorre com maior frequência espontaneamente devido a alterações no fluido vítreo, semelhante a um gel, que preenche a parte posterior do olho. Outras causas incluem trauma no olho ou na cabeça, problemas de saúde como diabetes avançada e distúrbios inflamatórios nos olhos. Se não for tratada prontamente, pode causar perda permanente da visão.

Partilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin